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sábado, 29 de maio de 2010

O fascínio das Pérolas

Desde a antiguidade, as pérolas exercem fascínio único. Trata-se de material orgânico duro e esférico, produzido por alguns tipos de moluscos. As ostras, em reação à invasão de corpos estranhos no seu organismo, como grãos de areia, geram as pérolas. É considerada como gema e detém alto valor como joia.

Na antiga Roma, as pérolas eram consideradas símbolos pelos membros da nobreza, devido seu alto custo e por se tratar de uma raridade.

No Renascimento, somente componentes da mais alta estirpe nobre tinham acesso às mesmas.
Com o passar do tempo, a genialidade do homem logrou criar pérolas cultivadas, gerando a possibilidade a que pessoas de bom gosto pudessem adquiri-las.

Os grandes nomes de criação da moda internacional, exaustivamente valeram-se das pérolas, elevando-as ao status de elegância. Nos dias atuais, ocupam lugar preferencial entre as jóias da mulher, tornando-as símbolo de inquestionável feminilidade.

O processo de produção das pérolas cultivadas segue o mesmo princípio das pérolas naturais. Implanta-se dentro de uma ostra um objeto irritante, o qual vai gerar no interior a pérola. Nesse momento, a natureza, agindo como elemento catalisador, encarrega-se de efetivar o milagre. Desta maneira, simplifica a reprodução, razão pela qual o custo é menor. Entretanto, não significa que as pérolas se reproduzam em quantidades massivas. Milhões de ostras são nucleadas nos países produtores, mas poucas sobrevivem. Ocorre que somente uma minoria gera pérolas de qualidade, para serem consideradas como jóias com seu devido valor comercial.

As mais valorizadas são as pérolas produzidas no Japão, China, Indonésia, Austrália, e Polinésia Francesa.

Existem diferentes cores e tonalidades de pérolas, assim como texturas e brilho. As cores mais apreciadas são: cinza; azul; rosa; ouro; preta; branca, e todas as nuances de creme ou off white. Vale ressaltar que as cores não determinam o valor das pérolas. O tamanho é um fator preponderante na formação do preço, como ocorre com os diamantes. As pérolas mais caras são as maiores e bem redondas. Em seguida, vem as medianas, e, por último, as pequenas.

Cuidados  especiais  para conservação de pérolas:
  • Jamais guarde junto a outras jóias. Separe-as em saquinhos especiais de veludo ou papel de seda, para não riscarem;
  • Evite limpar as pérolas com produtos químicos ou abrasivos,  use  somente uma flanela seca ou ligeiramente umedecida;
  • As pérolas não possuem a dureza das pedras preciosas, razão pela qual jamais aplique perfume ou laquê depois de colocá-las.


 uma seleção de tipos e cores de pérolas


Audrey Hepburn e seus brincos de pérola


Chanel e suas pérolas - símbolo de sua personalidade


Jackie Kennedy elegante com seu colar de pérolas



segunda-feira, 22 de março de 2010

Copos de bar, o conjunto da alegria


Quem reparou na variedade de copos presente num bar? Alguns restaurantes, exibe-a com destaque. Afinal, nos copos recai a responsabilidade de serem agradáveis ao toque e elegantes para acomodar a bebida escolhida. 
 
Tudo é devido, não pela tradição ou modismo, pela praticidade do design. Nos Estados Unidos, a cervejaria Samuel Adams chega promovê-los, afirmando que as dimensões foram pesquisadas, a fim de aprimorar o sabor da bebida.

Cada bebida requer um copo apropriado. A valorização e maneira para saborear são obrigatórias, quando se pretende obter melhor proveito.
  • Os licores devem se servidos em cálices pequenos, com ou sem pé (haste);
  • O conhaque requer a taça em forma de balão, pois é muito volátil, e a boca estreita impede a evaporação;
  • O champagne, ou espumante, deve ser bebido em taça fina e longa, para preservar as bolhas. A flutte é a melhor opção. Também pode-se utilizar taça mais larga;
  • O whisky é servido: em copo longo, ou baixo para o tradicional on the rocks;
  • O xerez requer a tradicional taça pequena. A versão ideal é a taça de vinho. A mesma pode ser utilizada também para servir o Vinho do Porto, que já tem a versão em branco, que deve ser servido gelado;
  • Para a cerveja recomenda-se taça de metal, ou louça, pois conservam melhor a temperatura da bebida. O copo de vidro, com borda fina e sem pé, sem ser grande, para evitar esquentar a cerveja;
  • Para os vinhos recomenda-se taça de borda fina para realçar o sabor da bebida. A melhor é aquela de pé longo, evitando que a mão toque o cálice, esquentando o conteúdo;
  • Para bebidas geladas, refrigerantes ou sucos de frutas, recomenda-se copo alto, com lateral reta ou em formato redondo.  
Existe coquetel que exige copo gelado. O procedimento é simples: leva-se o copo ao congelador por 10 minutos no máximo, ou enche-se o copo com gelo picado, mexendo-o constantemente até sentir que esfriou, a seguir despeje o gelo para servir a bebida.

Detalhe importante:

As bebidas, ao serem servidas, precisam ser acompanhadas de guardanapo sob o copo, ou taça, a fim de evitar que o “suor da bebida” escorregue pelas mãos, ou respingue na roupa de quem as consome.

O ato de beber visa ser agradável ao paladar, sem afetar a elegância e naturalidade da pessoa.

Beba sempre moderadamente.


reunião de diversos tipos copos


taça de Xerez


taça de Conhaque


taça de licor

sexta-feira, 19 de março de 2010

Bandeja, a diva do mundo gastronômico


A residência equipada precisa dispor de alguns tipos de bandejas. Trata-se de um acessório imprescindível, e também bastante utilizado. Mesmo nas refeições domésticas diárias, elas conquistaram o seu espaço.
As bandejas, existentes numa variedade de formatos, valendo-se das mais diversas matérias-primas, podem ser escolhidas entre as tradicionais ou clássicas, as quais são produzidas em prata, havendo versões em aço inox, palha, madeira, vidro ou, ainda, em plástico. São de grande utilidade na hora do lanche, ou refeições rápidas. E no cafezinho servido após as refeições, ou ao receber-se uma visita.
Dependendo do material com que são fabricadas, as opções de cores são variadas, existindo desde aquelas com motivos estampados, ou desenhos. As formas e as dimensões variam na mesma proporção.
A tradicional bandeja de prata é sempre a melhor opção, sem dúvida a mais elegante dentre todas. Considera-se perfeita para servir o clássico chá ou café depois de uma refeição requintada, não se esquecendo de oferecer opções de açúcar ou adoçante em pacotinhos individuais.
É bom lembrar que, para servir-se um copo d’água, a melhor maneira é apresentá-lo em pequena bandeja de prata, isto se o orçamento pessoal permitir. Muitas vezes é visto um pires à maneira de bandeja. Evite-o, pois é incorreto. No caso de não haver a possibilidade de dispor de uma bandeja de custo honroso, utilize uma, pequena, elegante, e de qualquer outro material.
A criatividade ajudará, pois a necessidade de uma bandeja, utilizando-se aquela dentro do melhor gosto do anfitrião, em termos de aparência e qualidade, será bem-vinda à mesa. Deverá combinar com os demais elementos, como: copos, xícaras, louça, etc.
Recomendações:
  • Utilize um pano branco ou de cor, para evitar que escorregue o que esteja sendo servido;
  • As bandejas com alças são usadas somente quando deixadas sobre um apoio, jamais para usar-se de forma individual. As que se destinam para este uso são destituídas de alças;
  • Numa mesa de refeição, os pratos, os copos e utensílios não devem retirar-se na bandeja, pois será feito usando-se a mão;
  • As bandejas são o reflexo do gosto pessoal, permitindo entrever parte da personalidade do anfitrião.
Ser original, na escolha da bandeja, é um gesto de bom gosto e praticidade.
Veja alguns tipos de bandejas:

a glamourosa bandeja de prata

bandeja de prata ou inox

a casual bandeja de melamina

bandeja de palha com paninho
outro exemplo de bandeja palha

outra de prata

bandeja de plástico moderna

  bandeja de madeira

segunda-feira, 8 de março de 2010

O uso adequado de candelabros e velas à mesa


Candelabros, também conhecidos como lustres, possuem uma origem ligada às Igrejas Cristãs de acordo com Wikipédia, a enciclopédia livre. Tornam-se elementos importantes de adorno, quando se pretende montar uma mesa formal para uma refeição, a qual sempre deverá ter candelabros ou castiçais com velas.
Os candelabros são importantíssimos na decoração da mesa. É preciso saber escolher o mais adequado ao gosto do anfitrião na hora de adquiri-lo, a fim de tirar o melhor proveito do mesmo. Estas peças podem ser de prata; cristal; cerâmica ou vidro. Existe toda uma variedade, daí a necessidade de saber-se ser seletivo na escolha, o comprador deve pensar que está fazendo um investimento.
Quando colocamos velas numa mesa deve-se acendê-las, e jamais deixá-las apagadas. Estas serão acesas antes dos convidados sentarem-se à mesa. A luz difusa embeleza, tranquiliza e cria uma atmosfera de magia e sugestão.
As velas recomendadas e mais elegantes são as de cor marfim ou off white. Num jantar formal esta deve ser a escolha. Contudo, a variação nas matizes das velas é uma opção válida. Encontra-se todo tipo de cor à venda, todavia lembre-se que as velas devem harmonizar com os arranjos ornamentais de flores, o padrão da toalha ou os demais elementos que irão compor a mesa.
Preste atenção para usar velas novas. O resultado é o toque de cor e distinção.
Ao comprar velas, tenha em mente que não exalem nenhum perfume. À mesa o único aroma permitido será o da comida e do vinho.
As velas devem ser suficientemente altas para que a luz não incomode as pessoas, e o número deve ser determinado pelo tamanho da mesa e da quantidade de luz necessária.
Os candelabros jamais devem comparecer numa mesa para almoço. Como estas peças geralmente são bonitas e decorativas, deixe-as em alguma mesa auxiliar na sala de jantar acesas. Outra opção é colocá-los na sala de visitas, sem que se acenda as velas.
Na hora dos comensais dirigirem-se para a mesa, uma vez que as velas estejam acesas, pode-se abaixar a intensidade da luz ambiente sem exageros. Ter-se uma refeição à luz de velas é romântico e elegante, mas lembre-se que a iluminação deve permitir notar-se os alimentos que se vai consumir.
Uma recomendação pessoal:
Ao colocar as velas, coloque na base do candelabro ou do castiçal, um pouco da massinha de moldar da mesma cor, isso fará que elas fiquem bem presas, sem correr o risco de entortarem, ou mesmo caírem, causando um inconveniente desagradável.

 
  
 

 

 
  

 Imagens: We Heart It




sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Chá - dicas de como preparar uma tarde agradável

Convidar amigos para um chá é uma forma sofisticada e agradável de se receber. Pode-se convidar para um chá durante a semana. Trata-se de uma refeição prática e leve. Geralmente, são reuniões femininas. Ao sábado e domingo, pode-se convidar casais. O chá é muito usual para receber as amigas e, também, uma maneira de comemorar aniversários.

O chá deve ser servido com certa sofisticação, mesmo que seja em casa com amigas. Requer uma dose de cerimonia, que está ao alcance de qualquer anfitrião de bom gosto, sem esquecer que o propósito é de se passar uma tarde agradável e informal. A anfitriã pode preparar dois ou três tipos de chás distintos, sempre lembrando que sejam de boa qualidade. O importante não é a variedade em si, mas a qualidade do chá a ser servido.

É indispensável um belo serviço de chá, que poderá ser de prata, porcelana ou louça. Todos estes itens serão colocados numa bandeja bem arrumada com um pano branco. O pano poderá ser o mesmo que se usa num jantar para servir o café, ou um menos requintado. Deve estar limpo e de cor neutra, preferentemente em tom pastel. A toalha, dependendo da formalidade e da elegância que pretendemos dar ao chá, poderá ser de organza bordada delicadamente. A mesa deverá estar arrumada com todos os elementos: xícaras, pratinhos de torta, facas e garfos pequenos, guardanapos, copos para água ou suco, sem esquecer das flores, muito apropriadas para reunião de amigas.

Se for um grupo pequeno, coloca-se na mesa a bandeja com o bule; o açucareiro, a leiteira, e um pratinho com fatias de limão bem finas sem a casca. Também recomenda-se colocar outro bule com café pois existem pessoas que preferem café com leite ao chá. Neste caso, é a anfitriã quem serve o chá ou o café aos convidados. Os doces e salgados deverão estar distribuídos na mesa, cada qual dispostos em recipientes coordenados com as xícaras, para que cada convidada se sirva.

O carrinho de chá é a maneira mais prática de servir na sala-de-estar e deverá estar arrumado com todo cuidado. Nele colocamos tudo que iremos servir. Tratando-se de um chá para muitas pessoas, recomenda-se arrumar em várias mesas, incluindo os pratinhos de doces e salgados. Neste caso, aconselha-se contratar um profissional, quem encarregar-se-á de servir o chá ou café aos convidados.

Outra maneira é organizar um buffet, onde colocamos tudo a ser servido, e cada convidado servir-se-á à vontade, tendo cuidado de deixar previamente os bolos e tortas fatiados. Lembre-se que os doces e salgados deverão ser pequenos, para que as pessoas possam usar os dedos para degustá-los.

Os ingleses têm o costume de convidar amigos para o high tea, que são chás mais copiosamente servidos entre as 18 e 21hs. Nós denominamos de lanche, começando mais tarde que o chá habitual, substituindo o jantar. Nesta ocasião, pode ser servido vinho ou champagne. Normalmente, realiza-se no sábado ou domingo, e se adapta muito bem para comemorações de aniversários.

O chá serve de ótimo pretexto para receber amigos e reviver um hábito cada vez mais difícil na vida moderna: a arte da conversação descomprometida e espontânea!




 

 


sábado, 9 de janeiro de 2010

Arranjos: o toque final da Mesa


Arrumar uma mesa, como qualquer trabalho criativo, depende de inspiração e conhecimento. Normalmente, parte de uma idéia a ser desenvolvida.
A decoração da sala de jantar compõe-se de uma bela toalha, algum acessório original, podendo servir como ponto de partida para criar o arranjo que se pretende de embelezar uma mesa. Quando se faz a escolha, o arranjo deve combinar com os demais elementos da mesa, com o clima e estilo de reunião social que se quer organizar. Cada ocasião possui uma atmosfera. Uma concepção ornamental a ser mantida, mesclando todos os toques que irão compor o cenário idealizado de uma mesa.
Sempre haverá um ítem que se realça pela sua beleza, não necessariamente relacionado à função prática de se servir, o qual vai representar o ponto alto da mesa. Arranjos compostos de flores, frutas ou outros elementos devem ser valorizados e expressar criatividade. Terão a mesma importância dos pratos, talheres e tornam-se o toque de carinho numa mesa.
A variedade de elementos ornamentais é extensa. Pode-se criar uma infinidade de arranjos, que sempre estará ligada à personalidade do anfitrião e sua inspiração.
Flores frescas cortadas do jardim, ou compradas em lojas especializadas nesta categoria, são tradicionalmente os ítens mais usados. Também podemos nos valer de folhagens, misturadas com flores artificiais, desde que estas sejam de boa qualidade. É aceitável utilizar-se pequenos vasos de plantas com flores ou folhas.
O suporte onde será colocado o arranjo é outro detalhe importante. Pode-se ter fruteiras, vasos de porcelana, prata, cerâmica, cristiais ou vidro. Dependendo da ocasião, são muito bem-vindos os de palha, os quais ficam melhor dispostos nas mesas informais ou ao ar livre.


Deve-se ter em mente as seguintes regras básicas:
  •       As cores dos ítens devem combinar entre si. Matizes diferentes criam o efeito de mancha. É mais elegante quando se usa uma só cor predominante, ou nuances diferentes dessa tonalidade;
  •      O odor jamais deve ser por demais acentuado, a fim de que não interfira com os aromas dos alimentos servidos no jantar;
  •       Cuidado especial deve ser observado ao dispor-se do arranjo, para que este não venha incomodar os convidados;
  •      A disposição do arranjo deve ser de tal forma que, ao ser observado de qualquer ângulo, esteja harmonioso;
  •      Caso o anfitrião deseje chamar a atenção sobre o arranjo, deverá valer-se de cores quentes, tais como:vermelho, laranja e amarelo;
  •    Existem cores frias, a exemplo do azul, violeta e cores pastel, as quais lançam um efeito de calma e delicadeza;


É preciso manter sempre em mente que a composição de um arranjo de mesa representa uma tarefa agradável, criativa e de autorealização. Precisa-se de todo o cuidado na elaboração do arranjo, tendo em vista que é da mesma importância que a escolha e preparação do menu, a seleção da louça, talheres, cristais e demais ítens venham compor a mesa de tal modo que estejam impecáveis.
O maior elogio ao anfitrião, é a percepção advinda da satisfação dos seus convidados.




Os convidados vão adorar!









sábado, 19 de dezembro de 2009

Por Trás dos Bastidores da Toalha e dos Guardanapos – a verdadeira história desses acessórios

A toalha e os guardanapos foram introduzidos na França pelos romanos. Na Roma antiga, os escravos circulavam ao redor dos leitos levando jarras com água perfumada, cujos comensais enxugavam as mãos com um guardanapo. Cada convidado levava o seu guardanapo, que deixava ao seu lado no leito. Os guardanapos eram bordados, ou pintados, mostrando o motivo do banquete ou celebração. Na Idade Média, a toalha era reservada aos senhores, marcando a hierarquia social.
O tamanho da toalha e do guardanapo estavam diretamente relacionados ao grau de hierarquia, ocupado pelo senhor dentro da nobreza. O convidado do anfitrião compartilhava a mesa, mas não necessariamente a sua toalha. Era exclusivo dos senhores (anfitrião) o uso de uma toalha ornamentada com bordados ou franjas. Se o convidado fosse nobre, mas de menor grau hierárquico que o anfitrião, colocava-se uma pequena toalha debaixo da faca.
No palácio real, um oficial com o título de “garde-nappes” era o responsável pelo cuidado das toalhas da casa, este e o lavadeiro do rei tinham um dos cargos mais importantes do palácio. As toalhas eram lavadas e perfumadas com essências de lavanda ou rosas, e guardadas num baú de madeira coberto de couro, fechado à chave. Eram considerados verdadeiros tesouros!
A toalha medieval era coberta por um tecido dobrado em dois, que se chamava de duplicador, servindo para limpar as mãos e a boca. Foi substituído por um tecido comprido aplicado na borda da toalha chamado de “longiere”.
No século XV, aparecem os guardanapos. Anteriormente, eram usadas a palma da mão por dentro e os dedos eram limpos com o guardanapo comum.
No renascentismo, as mulheres célebres começaram a se interessar pela boa qualidade das toalhas da casa. Encomendavam-nas em grande quantidade na Holanda. Depois de usadas, eram reenviadas para a Holanda para serem lavadas e engomadas.
O guardanapo como conhecemos hoje fez estréia no século XVI. Fabricados em Reims, França, em linho fino simples, bordados ou adamascados com pequenos desenhos. O uso foi generalizado rapidamente. Catherinde de Medici utilizava muitíssimo o guardanapo, e foi responsável pelo refinamento da época,  exigindo a troca dele no final de cada prato servido.

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